Na passada sexta-feira fui com uns amigos a um bar onde costumamos ir com relativa frequência. Não íamos lá há duas semanas e fomos surpreendidos pela mudança registada. E que alteração!
O espaço mudou de gerência e de nome, mas, numa primeira impressão, parece que a troca não augura nada de positivo para aquelas bandas. Vejam os 'tiros no pé':
- Escolhemos sentar-nos nuns sofás, mas fomos recambiados para uma mesa. Os sofás estavam reservados, sem qualquer indicação nesse sentido, e a mesa tinha três cadeiras e nós éramos quatro (tivemos que estar à espera que alguém saísse)! Nada mau, para começar!

- A empregada, e também dona do espaço, estava um bocadinho, digamos, atrofiada. Utilizo este adjectivo, uma vez que ela mostrou sempre boa cara e nunca expressou má-vontade. Talvez a experiência dela na função ainda não seja muita.
1.º - Trouxe-nos uns aperitivos que, repentinamente, levou, deixando uma amiga que se estava a deliciar com os salgadinhos de água na boca (Deixar uma pessoa com desejos é coisa feia, mesmo não se tratando do que uma senhora que traz uma criança no ventre!);
2.º - Levou também o cinzeiro, e não trouxe outro de volta, quando essa mesma amiga estava a fumar, o que me fez ir buscar outro na mesa ao lado (Grande falha! Onde será que ela queria que a minha amiga apagasse o cigarro?);
3.º - Apareceu com cinco cafés em vez dos quatro pedidos (Será que, com a quadra natalícia a aproximar-se, alguém tem a simpatia de oferecer um DVD da Rua Sésamo à moçoila?);
4.º - Fez uma grande confusão com o cartão de consumo, que ela própria preencheu, e bem, levando-o de volta e trazendo-o na mesma, claro! (nítido auto-atrofianço)
Mais tarde:
- Fomos jogar setas e, não sei se alguém responsável reparou, há ali um pilar que atrapalha um bocadinho. Não muito, mas um bocadinho! (Um bom pretexto para quem sai derrotado do jogo!).
- Por fim, como qualquer casa-de-banho moderna, também ali existem aqueles sensores que fazem com que a luz acenda ou apague automaticamente. Só que o do lado masculino estava meio marado. A luz acendia-se e apagava-se durante segundos a fio... (Imaginem alguma vez que foram à casa de banho e um primo mais novo se pôs a brincar com o interruptor. É mais ou menos isso. Além de irritar profundamente, depois, se a pontaria falhar, não se queixem!)
Mas, pronto, no final a rapariga até foi simpática e convidou-nos para, da próxima vez, irmos fazer um jogo de setas com ela. A ver vamos...
Será que corremos algum tipo de perigo se o fizermos? O que acham?
Abraço/beijinhos